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G2 - ANNA GUERRA + KIKA GOLDSTEIN

Trabalhos | Histórico

APRESENTAÇÃO

O G2 é a união de duas artistas, Anna Guerra e Kika Goldstein, que acreditam na arte, como experiência única e transformadora. Mostram através da soma de seus trabalhos, no mundo contemporâneo em que vivem, conexões cada vez mais rápidas e relações mais fugazes.

O G2 apresenta ao mundo que é possível a interação entre duas culturas diferentes produzirem uma única arte. Numa fusão de cores, formas e movimentos o conceito das artistas é traduzir a sociedade com o olhar onde o sentido da vida está em compartilhar experiências e conhecimentos nas relações reais.

Num ambiente diferente, onde existe simultaneamente a inspiração e a retração, a alegria e a depressão, a paixão e o desapego, no qual criatividade, criador e criatura vivem em trio amoroso que percorrem a veia de um artista.

Nos bastidores de uma criação percebe-se, o porquê das coisas. O traço, a cor, a composição, transformação, fusão, imaginação, segredos e confissões.

Só sendo uma “tela” para acreditar, que a direção dos ventos norte, sul, leste, oeste, "NORDESTE e SUDESTE", fundem-se em obras a quatro mãos, numa “Roda Viva” de ideias e numa “Metamorfose” de cores, no mundo onde há GUERRA, há GOLD, o mundo G2.

As artistas Anna Guerra e Kika Goldstein têm carreiras individuais de longa data, tendo feito exposições no Brasil e exterior. São membras da academia de Artes Ciências e Letras de Paris, expuseram no Salão do Carrosel do Louvre, Grand Palais em Paris, França, Casa do Brasil e Casa da América Latina em Portugal, Art Open em Weisweiler na Alemanha dentre outras.

Suas obras estão presentes em diversos acervos particulares e empresariais.

PERFIL DAS ARTISTAS

Anna Guerra. Nasceu no Recife e foi criada em Carpina, no berço do Rio Capibaribe, ao som das melodias de Capiba e do maestro Nelson. Vinda de uma família de artistas, Anna descobriu cedo sua vocação para o universo das artes.

Apaixonada pela atmosfera nordestina e pelo ambiente dos engenhos, a artista retrata o cenário e a cultura do nordeste brasileiro em suas obras, principalmente o universo feminino. Ao pintar as mulheres nordestinas, Anna tenta transmitir uma força e solidez que nem sempre estão presentes na realidade dessas pessoas. Anna inspira-se também em outros artistas, como Caribé e Portinari.

As obras de Anna trazem cores harmoniosas, predominando os tons pastéis contrastado a cores vivas e as formas bem definidas, característica que varia de acordo com o momento vivido pela artista. Cada quadro apresenta um recado que ela tenta transmitir com figuras simbólicas. Anna Guerra tenta mostrar a força da mulher nordestina, sua determinação e garra, a luta com um mundo nem sempre hospitaleiro e, muitas vezes, hostil. A ausência de olhos em alguns quadros representa a valorização das emoções internas.

Anna Guerra foi aos poucos submetendo suas pinturas a uma transformação, inspirada pelo cubismo e pela abstração, ao se utilizar de cores vivas e contrastes junto a uma sobreposição das imagens, pretendendo transmitir a ideia de dinâmica, deformação e não- materialização por que passam os objetos em ação, sem perder o foco em o que ela tem de mais precioso, as suas Raízes.

Kika Goldstein. “Acredito que somos seres fragmentados, como uma casa, tijolo por tijolo somos construídos através das experiências e das relações que temos. Acredito que tudo que vivemos e passamos nos tornam únicos. A realidade de cada um é pessoal e deformada de acordo com o seu entorno. Vivemos no mesmo planeta, mas em mundos diferentes e essa conexão entre pessoas de universos diversos nos transformam profundamente dia após dia. Nas figuras, podemos identificar partes que estão faltando. São figuras deformadas, fragmentadas tal qual como nós.

Expresso com humor, trazendo a visão positiva de que podemos nos tornar pessoas melhores a partir dessas experiências que a vida nos traz. Me inspiro no filósofo contemporâneo polonês Zigmund Bauman, que fala sobre a sociedade de hoje. Ele diz que vivemos numa "sociedade líquida" onde não há mais fronteiras e o tempo todo somos influenciados pelos acontecimentos mundanos. Ele fala sobre a sociedade de consumo e de como tudo hoje é muito fugaz. Para mim, a única coisa que nos resta nessa sociedade caótica são as experiências e as relações humanas”.
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