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ADÉLIO SARRO

Trabalhos | Apresentação | Sarro | Esteves

APRESENTAÇÃO

A carreira artística

Adelio Sarro, pintor e escultor, nasceu em 1950 em Andradina, São Paulo, Brasil. Autodidata, começou a desenhar desde a infância, trabalhando com vários suportes como madeira, mármore, metal, passando para a ilustração de desenhos e no fim da década de 60 ao visitar o museu de Portinari sentiu uma inspiração muito grande por onde começou a se dedicar totalmente a pintura.

Desde o ano 1972, Sarro vem apresentando as suas obras em exposições individuais, em Galerias e Centros Culturais do Brasil e do exterior.

Observações sobre o pintor brasileiro Sarro e a cor azul.

“Eu creio que o cara enverniza”, este veredito aniquilador foi pronunciado por Wilhelm Leibl sobre Ludwig Thoma. Se observarmos as velhas telas envernizadas dos pintores de salão do século XIX, compreende-se a aversão dos artistas pelo verniz e pela pintura em camadas. É uma ironia da história que o dogma da pintura de primeira classe surgiu da admiração pelos vernizes acabados dos Mestres Antigos, cujo resultado eles não conseguiam alcançar com os novos tubos de tintas.

Renoir expressou isso de maneira mais clara: Uma vez que os antigos conheciam o seu ofício, eles possuíam essa matéria e essas tintas transparentes, cujo segredo ambicionamos inutilmente a desvendar.

Quando os pintores do século XV ensinavam seus aprendizes a pulverizar as tintas em almofarizes, amassá-las sobre pedra ou decantar em água, eles tinham em mente antes a intensidade máxima da luz, pois a pureza absoluta, mesmo com o maior dos cuidados, pertencia ao reino do impossível. À medida em que se perdia o conhecimento físico dos materiais que construíam os quadros, perdia-se mais do espírito das suas obras do que os pintores admitiam.

Goethe reconheceu cedo no alheamento do concreto a média comum: “Mas tudo, meu caríssimo,” escreve ele em julho de 1825 em Zelter, agora é extremo, tudo transcende irresistivelmente tanto no pensamento quanto na ação. Ninguém mais conhece a si mesmo, ninguém entende o elemento, onde ele paira e age, ninguém entende o material no qual está trabalhando. A conversa não pode ser de pura ingenuidade; existe muita ingenuidade por aí. Os jovens são excitados muito cedo e depois arrastados no redemoínho do tempo; riqueza e rapidez é o que o mundo admira e que todos almejam. Estradas de ferro, correios expressos, navios a vapor e todas as facilidades possíveis da comunicação, nos quais acaba o mundo civilizado, devem ser sobrepujados, reconstruídos e através disso continuar na mediocridade.”

O velho azul-marinho (ultramarinho) deve seu nome ao descobrimento da pedra; o Lapislazuli veio do além-mar – autre mer - . O novo vem do laboratório e é ultra-azul, assim como todas as cores são agora ultra.

Na observação das obras do pintor brasileiro Sarro vem o pensamento: o cara prepara ele mesmo as suas tintas.

A nunca vista luminosidade das cores, o sedutor azul de van Eyck, é atingido por Sarro através do jogo da transparência, elevado para princípio básico; ele consegue através de sobreposições e da modelagem diferenciada crescente uma densidade e uma plasticidade da representação que eram obtidos outrora pelos antigos mestres. A luz penetra uma multiplicidade de “camadas geológicas” , até chegar ao fundo da tela de cor marfim, que reforça a luminosidade e o brilho das cores do fundo. A caligrafia é dificilmente reconhecida, o fundo transparente confere à textura um efeito muitas vezes obtuso, quase do tipo pastel, que dificulta sobremaneira as eventuais correções, pois as tonalidades mais fortes, sobretudo as mais escuras, deveriam ser sobrepostas apenas grosseiramente, o que a sua maneira não permite. Sarro não se facilita as coisas e freqüentemente parece criar os obstáculos para si próprio. Nisso, o nascido em 1950 Adélio Sarro Sobrinho nunca foi cantado no berço que ele viria a ser, um dia, um pintor internacionalmente solicitado. Filho de um imigrante italiano e de uma mãe portuguesa, desde criança precisou ajudar seus pais na lavoura, numa fazendo em Andradina no Estado de São Paulo. Mais tarde, trabalhou como carpinteiro, operário de pedreira, numa canteira de mármore e ainda em muitas outras profissões. Nisso ele aproveitava cada minuto do seu escasso tempo livre para desenhar e rabiscar. Nesta época tem origem a sua sensibilidade para diversos materiais. A visita ao museu de Brodowski no interior de São Paulo trouxe o ponto de inflexão na vida de Sarro. A profunda impressão causada nele pelas obras de Portinari fez amadurecer a decisão de se dedicar inteiramente à pintura. Se no começo ele se apoiava fortemente na obra de Picasso, logo encontrou o seu estilo próprio. Seus quadros encontraram a mesma assistência, a mesma admiração, que os dos mexicanos Rivera, Orozco, Siqueros e dos brasileiros Portinari e Gruber.

As obras de Sarro foram expostas em numerosas exposições e feiras artísticas, entre outras na Artexpo em Nova York e Las Vegas, na Europ Art de Genebra e em muitas galerias célebres, principalmente na America e na Europa e sempre com grande sucesso.

A arte de Sarro é severa e demonstrativamente objetiva. Nisso, ele não é um tradicionalista nem um destruidor de tradições. Como Marc Chagall deixa sempre ressurgir as figuras da cidade pequena , também Sarro encontrou o pessoal dos seus quadros nas pessoas das suas vizinhanças. Mas diferentemento de Chagall, Sarro ainda vive no meio da sua grande família no bairro de “gente pequena” em São Paulo. Se ele trocou também de lugar, então ele permaneceu sempre fiel ao meio.

Provavelmente por isso as suas figuras – mulheres indígenas, mulatas, agricultores, mães com seus filhos, vendedoras ambulantes, diaristas e vagabundos – causam um efeito tão tocante. Mãos fortes e grandes pés descalços, testemunhas da dura batalha da vida que precisam vencer diariamente.

Distanciadas, quase desconfiadas elas contemplam o espectador. Freqüentemente estes olhares parecem perguntar quem é o intruso que capta o acesso. A hora do dia e o fundo ficam propositadamente indefinidos por Sarro. No centro olham apenas as pessoas. Através dessa conseqüente redução, essa escassez calculada, os quadros ganham em atmosfera do simultaneamente sobrereal e irreal e acima de tudo reina uma leve melancolia. Nisso, fica sempre sensível o grande amor de Sarro pelas suas modelos. No seu caso reina não uma oculta vaidade do grande artista, mas, antes, os gestos instigante e instigados dos anti-heróis que deixam compartilhar a sua alegria pelos sofrimentos e alegrias dos seus amigos nesta difícil existência.

Um crítico de arte pergunta ao Sarro: por que sempre este azul? A reposta simples e óbvia é: porque eu gosto assim. Nisso, o tratamento sutil das cores tem uma grande parcela do efeito emocional das obras de Sarro, nas quais cada camada aplicada sobre a outra produz a luminosidade e a intensidade na superfície do quadro. Através do escurecimento transparente as cores se conservam fiéis, tanto na luz quanto na sombra, e agem animadas mesmo nas mais profunda escuridão. Às reproduções das obras plásticas de Sarro, eu gostaria de apresentar uma citação de Michelangelo de 1547:

“Quando juízo mais forte e dificuldades, obstáculos e incómodos maiores não tiverem uma nobreza maior como conseqüência, então a pintura e a escultura são a mesma coisa. Para que se trate posteriormente, nenhum pintor deve cultivar menos a escultura do que a pintura e o igualmente o escultor pode ser igualmente ativo na pintura como na escultura. A escultura é para mim uma arte, na qual se constrói subtraindo; a arte que forma por acréscimo, é parecida com a pintura. Enfim, a escultura e a pintura, tanto uma como a outra, originam-se na mesma força do espírito, assim pode-se fechar uma boa paz entre elas e renunciar a numerosas disputas, com as quais só se gasta mais tempo do que é necessário para a criação de uma escultura.”

Assim como muitos outros pintores, também Sarro estimulou o desafio de dilatar a sua arte na terceira dimensão, e também aqui a familiaridade com materiais lhe é favorável. Sarro domina o material, ele se organiza segundo a sua vontade.

Mas, se as figuras da sua pintura atuam freqüentemente de modo introvertido, as figuras da sua escultura se inclinam, pelo contrário, cada vez mais a ser extrovertidas. Apesar do peso do material, elas transmitem a impressão de leveza, do movimento. Figuras femininas formam costas com costas um círculo, os braços erguidos estaticamente para o céu. O motivo das mãos erguidas é repetido por Sarro ainda em algumas outras esculturas.

Encantadores são também os múltiplos relevos do artista, que podem ser admirados nos mais diferentes edifícios do Brasil.

Deve ser salientado apenas o trabalho na casa do artista em São Bernardo do Campo. Aqui ele dá forma à vida plena de maneira a alcançar as qualidades breugelianos. Sarro expressa sem dúvida, ao apresentar as suas obras plásticas, o desejo que eles nos agradem. E elas o fazem!

Hans Richter

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES

  • 1972 – Centro de Convenções de São Bernardo do Campo – SP, Brasil
  • 1973 – Menção Honrosa – XXI Exposição Coletiva da A. P. B. A. – São Paulo, Brasil
  • 1974 – Menção Honrosa – XVII Salão de Arte de São Bernardo do Campo – SP, Brasil
  • 1976 – V Salão Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa – São Paulo, Brasil
  • Grande Medalha de Prata – Assembléia Legislativa de São Paulo – São Paulo, Brasil
  • 1977 – XXII – Salão Paulista de Belas Artes – São Paulo, Brasil
  • 1978 – III Semana de Portinari – Brodowski, SP, Brasil
  • V Salão Limeirense de Arte Contemporânea – Limeira, SP, Brasil
  • Grande Medalha de Bronze – II Semana de Portinari – Brodowski, SP, Brasil
  • 1979 – Galeria do Banco América do Sul – São Paulo, Brasil
  • XII Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba – São Paulo, Brasil
  • Inter Biblioteca – São Bernardo do Campo, SP, Brasil
  • II Salão Nacional de Artes Plásticas – Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil
  • Medalha de Prata – Salão de Agosto – ASBA, São Bernardo do Campo, SP, Brasil
  • 1980 – Galeria do Cine Alhambra – Santos, SP, Brasil
  • Nova Acrópole – São Paulo, Brasil
  • II Bienal do Circulo Militar de São Paulo – Brasil
  • IX Salão Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa – São Paulo, Brasil
  • VIII Salão de Arte Plástica de Taubaté – SP, Brasil
  • Medalha de Ouro – A.A.A.P.P.R. – São Paulo, Brasil
  • Prêmio consagração – II SABETI – São Bernardo do Campo, SP, Brasil
  • Medalha de Prata – II Bienal Circulo Militar de São Paulo – Brasil
  • Menção Honrosa – XXIII Salão de Arte de São Bernardo do Campo – SP, Brasil
  • 1981 – Clube Português – São Paulo, Brasil
  • Galeria de Arte do Sesi – São Paulo, Brasil
  • Prefeitura Municipal de Tokuyama – Japão
  • Exposição Inaugural da Japan International – Japão
  • Prefectural Museum of Art of Chiba – Japão
  • Yamakataia Department Store in Okinawa – Japão
  • Prefectural Museum of Art of Nara – Japão
  • Fukuoka Prefectural Culture Hall – Japão
  • Prêmio Aquisição – X Salão Bunkyo – São Paulo, Brasil
  • Prêmio Prefeitura – XXIV Salão de Artes de São Bernardo do Campo – SP, Brasil
  • Grande Medalha de Ouro – III SABETI – São Bernardo do Campo – SP, Brasil
  • 1982 – Circolo Italiano – São Paulo, Brasil
  • Museu de Arte de Joinville – SC, Brasil
  • Museu de Arte de Florianópolis – SC, Brasil
  • Clube Paineiras do Morumbi – São Paulo, Brasil
  • Associação Atlética do Banco do Brasil, São Paulo, Brasil
  • MASP - Museu de Arte de São Paulo – Brasil
  • Troféu Carlos B. Assunção – IX Salão da A.A.A.P.S.P. – São Paulo, Brasil
  • 1983 – Faculdade de Uberaba – MG, Brasil
  • Gallerie Centro Culturale Italo Brasiliano – Milão e Bolonha, Itália
  • Galeria ICTUS – Santos, SP, Brasil
  • 1984 – IX Semana de Portinari – Brodowski, SP, Brasil
  • Galeria Atualidade – São Paulo, Brasil
  • Executa Painel 2,30 X 6,00 para Federação da Agricultura do Estado de Goiás, a convite da instituição
  • Centro Sociale “A. Montanari” – Bolonha, Itália
  • Grande Medalha de Bronze – XI Salão Bunkyo de São Paulo – Brasil
  • Troféus e Medalhas de Ouro – Pintura Mural e Pintura em Tela – IX Semana de Portinari – Brodowski, SP, Brasil
  • 1985 – Galeria Renoir – Santo André, SP, Brasil
  • Clube de Hospitalidade e Arte – Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Museu Casa do Portinari – Brodowski, SP, Brasil
  • Prefectural Culture Hall – Tokuyama, Japão
  • Integração Assessoria e Atelier – Santos, SP, Brasil
  • Chroma Galeria de Arte – São Paulo, Brasil
  • Prêmio “Exposição Individual” – Nossa Gente/85 – São Bernardo do Campo, SP, Brasil
  • 1986 – Anima Galeria – São Paulo, Brasil
  • Galeria Arte Nova – Presidente Prudente, SP, Brasil
  • Brasil Itália – Palácio “Re Enzo” – Bolonha, Itália
  • Paço Municipal – São Bernardo do Campo, SP, Brasil
  • Fundação Romulo Maiorama - Belém, Pará
  • Centro Cultural Itaipava – RJ, Brasil
  • Época Galeria de Artes – Goiânia, GO, Brasil
  • 1987 – Palazzo Pamphili – Roma, Itália
  • Galeria Performance Brasília – DF, Brasil
  • Galeria Jardim Contemporâneo – Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Nirceu Artes Galeria Bragança Paulista – SP, Brasil
  • Castelo Scaligero – Maróstica, Itália
  • Galeria Chroma – São Paulo, Brasil
  • 1988 – Centro Brasileiro de Estudos – Milão, Itália
  • Obras para a Fundación Rali – Museo Latino Americano - Punta del Este, Uruguai
  • 1989 – Centro Brasileiro de Estudos – Buenos Aires, Argentina
  • Galeria Bric a Brac – São Paulo, Brasil
  • Galeria Amiticia – Buenos Aires, Argentina
  • 1990 – Galeria Interart Paris – França
  • Executa Painel 2,00 X 5,00 para Tribunal Regional Federal – São Paulo, Brasil
  • Castelo Scaligero – Marostica, Itália
  • Musée Internationale des Arts Douze Siècles et Centre Culturel – Laguna Beach – CA, USA
  • 1991 – Fagem – Peterson Fine Art Inco – Scottsdale Phoenix – Arizona, USA
  • Galeria Platonos – Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Coleção Karin Kupfer – São Paulo, Brasil
  • Studio Art Gallery – Key Biscayne – Miami – Flórida, USA
  • Rarebit Galeria – São Paulo, Brasil
  • Foire Internacional des Beaux-Arts – Digne, França
  • Galeria Miron – Lisboa, Portugal
  • 1992 – Galeria Marusam – São Bernardo do Campo, SP, Brasil
  • Domus Galeria – São Paulo, Brasil
  • Cenarium Galeria – Santo André, SP, Brasil
  • Artistas Italianos e Brasileiros Intercâmbio – São Caetano do Sul, SP – Bolonha, Itália
  • 1993 – Glattcenter – Zürich, Suíça
  • Centro Brasileiro de Estudos – Managua, Nicarágua
  • 1994 – Artexpo New York – Artexpo Las Vegas, USA
  • Executa Painel 14,60 X 2,00 para Banco do Estado de São Paulo – São Bernardo do Campo, SP
  • Galeria Loureiro Guimarães – Campinas, SP, Brasil
  • Europ’Art – Genève, Suíça
  • Glattcenter – Zürich, Suíça
  • Galeria Bric a Brac – São Paulo, Brasil
  • Galeria Santista – Santos, SP, Brasil
  • 1995 – Artexpo New York – Artexpo Las Vegas, USA
  • Europ’Art – Genève, Suíça
  • Galeria Loureiro Guimarães, Campinas, SP, Brasil
  • Glattcenter – Zürich, Suíça
  • Galeria Jardim Contemporâneo – Ribeirão Preto, SP, Brasil
  • Centro Brasileiro de Estudos – Managua, Nicarágua
  • 1996 – Europ’Art – Genève, Suíça
  • Art Museum of Dalton – Georgia, USA
  • Abiney Gallery – New York, USA
  • Hotel Concorde – Lyon, França
  • 1997 – Galerie Kocken – Kevelaer, Alemanha
  • Rom-Art Galerie – Braunschweig, Alemanha
  • Europ’Art – Genève, Suíça
  • Galerie Christine Hofer – Luzern, Suíça
  • Glattcenter – Zürich, Suíça
  • Galerie Zangbieri, Basel , Suíça
  • 1998 – Galerie Peter Büchner – Landau, Alemanha
  • Europ’Art – Genève, Suíça
  • Galerie Albert Premier – Bruxelles, Belgica
  • Gallery New York – Brugg, Suíça
  • Espaço de Arte Itaipu – Curitiba, PR, Brasil
  • Galeria Bric a Brac – São Paulo, Brasil
  • Z&Z Galeria de Arte – Camboriu, SC, Brasil
  • 1999 – World Economic Forum – Davos, Suíça
  • Gallery New York – Brugg, Suíça
  • Galerie du Tilleul – Moutier, Suíça
  • Europ’Art – Genève, Suíça
  • Clube do Exercito – Brasília, DF, Brasil
  • Chapel Gallery – Melbourne, Austrália
  • Notre Dame Galeria de Arte – Campinas, SP, Brasil
  • Adveniat / Bank im Bistum Essen – Essen, Alemanha
  • 2000 – Europ´Art – Genève, Suíça
  • Galerie Eule-Art – St. Gallen, Suíça
  • Galeri Bryggen – Bergen, Noruega
  • Galerie Sylvie Platini – Annecy, França
  • Galerie Kocken – Kevelaer, Alemanha
  • 2001 – Michael Nagy Fine Art – Sydney, Australia
  • Galerie Art Sans Frontières – Melbourne, Australia
  • Gadfly Gallery – Perth, Australia
  • Museu de Singapore – Palestra, Singapura
  • Galerie ArteSol – Solothurn, Suíça
  • Europ´Art – Genève, Suíça
  • Noris Espaço de Arte – Curitiba, PR, Brasil
  • Infraero, Aeroporto internacional de Guarulhos – São Paulo, Brasil
  • Palais des Congrès – Evian-Les-Bains, França
  • Galerie Albert Premier – Bruxelles, Belgica
  • 2002 – Galeria Hunziker – Zürich, Suiça
  • Galeria Kocken – Kevelaer, Alemanha
  • Galeria Peter Buechner – Landau, Alemanha
  • Vinothek Mathis – Klingenmünster, Alemanha
  • Europ’Art Geneva – Suiça
  • Galeria André – São Paulo, Brasil
  • Fundação Cultural Capitania das Artes – Natal, Brasil
  • Galeria Debret – Paris, França
  • 2003 – World Economic Fórum – Davos, Suiça
  • Centra Culturel de Rossemaison – Délémont, Suiça
  • Galeria du Prado – Marseille, França
  • Akademie Wolfsburg – Essen, Alemanha
  • 2004 – Galeria Hunziker – Zürich, Suiça
  • Fernando Pessoa Galeria – Lisbon, Portugal
  • Palais Des Nations (ONU) – Genebra, Suíça
  • Citigroup – Citibank – São Paulo, Brasil
  • 2005 – Clube do Exercito – Brasília, Brasil
  • Infraero, Aeroporto Internacional de Guarulhos – São Paulo, Brasil
  • Galerie Z – Landau, Alemanha
  • Galeria Kocken – Kevelaer, Alemanha
  • Europ`Art – Genebra, Suiça
  • Art Factory – São Paulo, Brasil
  • Centro de Artes Suzana Lais de Mendonça – São José dos Campos, Brasil
  • Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo – São Paulo, Brasil
  • Museu Histórico Forte de Copacabana – Rio de Janeiro, Brasil
  • Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo – São Paulo, Brasil
  • 2006 – Espaço Cultural Infraero, Aeroporto Guarulhos – São Paulo, Brasil
  • Espaço Cultural Cargill – São Paulo, Brasil
  • 2007 – Espaço Cultural Banespa – São Paulo, Brasil
  • Memorial Tarsila do Amaral – Rafard, São Paulo, Brasil
  • Centro Cultural APSEN (Casa da Fazenda) – São Paulo, Brasil
  • Pinacoteca Benedicto Calisto – Santos, São Paulo, Brasil
  • Museu de Arte Moderna – Moscou, Russia
  • Museu da Academia de Artes – St. Petersburgo, Russia
  • Galeria Kocken – Kevelaer, Alemanha
  • Teatro Bühnenhaus – Kevelaer, Alemanha
  • 2009 – Centro Cultural Matarazzo – Presidente Prudente, São Paulo, Brasil
  • Galeria Mali Villas Boas – São Paulo, Brasil
  • Museu Alfredo Andersen (Projeto Acessibilidade) – Curitiba, Paraná, Brasil
  • 2010 – PALFFY PALACE – Bratislava, Slovakia
  • PALACIO DE ARTES – Cracovia, Polonia
  • Galerie Albert Premier – Bruxelles, Belgica
  • 2011 – Museu Dragão do Mar – Fortaleza, Brasil
  • 2012 – Múzeum Vojtecha Löfflera, Alždetina Ul. – Č. 20 – Košice, Eslovaquia
  • Galeria Kcken – Kevelaer, Alemanha
  • Galeria Stäth – Coburg, Alemanha
  • Vr – Bank Coburg Eg – Alemanha
  • Cloitle Des Dillettes – Paris, FrançA

OBRAS EM MUSEU

  • Museu Imperial do Japão
  • Museu Ralli – Punta Del Este, Uruguay
  • Museu Ralli – Caesarea, Israel
  • Museu Ralli – Santiago, Chile
  • Museu Ralli – Marbella, Espanha

ESCULTURAS MONUMENTAIS EM CONCRETO

  • Paço Municipal (PAINEIS BAIXO RELEVO E ESCULTURAS) – São Caetano do Sul, SP, Brasil
  • Galeria Markus Artes (PAINEL ALTO RELEVO E ESCULTURAS) – Embú, SP, Brasil
  • Praça das Artes (PAINEL BAIXO RELEVO E ESCULTURAS) – Brodowski, SP, Brasil
  • Praça José Zapolla (ESCULTURAS) – Brodowski, SP, Brasil
  • Praça Pioneiros (PAINEL BAIXO RELEVO E ESCULTURAS) – Andradina, SP, Brasil
  • Monumento Maçônico (PAINEIS ALTO RELEVO E ESCULTURAS) – Santo André, SP, Brasil
  • Rotatória de Entrada (ESCULTURA) – Jardinópolis, SP, Brasil
  • Teatro Municipal (PAINEL ALTO RELEVO E ESCULTURAS) – Ribeirão Pires, SP, Brasil
  • Teatro Municipal (PAINÉIS ALTO RELEVO) – Osasco, SP, Brasil
  • UNIMAR (PAINEL TRIDIMENSIONAL E ESCULTURAS) – Marília, SP, Brasil
  • Rotatória da Indústria Polti (ESCULTURA) – Araras, SP, Brasil
  • Hospital UNIMAR (PAINEL BAIXO RELEVO E ESCULTURAS) – Vera Cruz, SP, Brasil
  • OAB (PAINEL BAIXO RELEVO) – São Bernardo do Campo, SP, Brasil
  • Monumento 50 Anos de Emancipação Política (ESCULTURAS) – São Caetano do Sul, SP, Brasil
  • Monumento ao desenvolvimento (ESCULTURAS) – São Caetano do Sul, SP, Brasil
  • Monumento ao trabalho e cultura (ESCULTURAS) – São Caetano do Sul, SP, Brasil
  • Fundação das Artes (PAINEL BAIXO RELEVO) – São Caetano do Sul, SP, Brasil
  • Via Sacra (15 PAINÉIS TRIDIMENSIONAIS) – Aparecida, SP, Brasil
  • 7 Monumentos ao Esporte (PAINEIS BAIXO RELEVO E ESCULTURAS) – São Caetano do Sul, SP, Brasil
  • Monumento Ciclos da Vida (ESCULTURAS) – Kevelar, Alemanha
  • Monumento Pescador (ESCULTURA) – Aparecida, SP, Brasil
  • Basílica Aparecida (4 PAINÉIS TRIDIMENSIONAIS) – Aparecida, SP, Brasil
  • 4 Monumentos (ESCULTURAS) – Santa Fé do Sul, SP, Brasil
  • Portal 60 anos (OBELISCO E 4 PORTAIS) – Santa Fé do Sul, SP, Brasil
  • Portal 100 anos Brasil Japão – São Vicente, SP, Brasil
  • Portal Caminho das Águas (PORTAL E ESCULTURAS) – Santa Fé do Sul, SP, Brasil
  • Fundação e Colonização (FONTE) – Ibaté, SP, Brasil
  • Busto dos Reitores nos portais do Santuário Nacional de Aparecida – Aparecida, SP, Brasil
  • Monumento Ciclista – São Vicente, SP, Brasil
  • Portal 100 anos Brasil Japão – São Vicente, SP, Brasil
  • Monumento a Família (FONTE) – Embu das Artes, SP, Brasil
  • Portal Paranapuã (OBELISCO e 2 PORTAIS) – Paranapuã, SP, Brasil
  • Monumento aos Esportes (FONTE E ESCULTURAS) – Ibaté, SP, Brasil
  • Portal Shopping Aberto (ESCULTURAS E FLOREIRAS) – Junqueirópolis, SP, Brasil
  • Monumento ao Esporte (FONTE) – Pereira Barreto, SP, Brasil
  • Portal de Entrada – Pereira Barreto, SP, Brasil
  • Monumento ao Turismo – Pereira Barreto, SP, Brasil
  • Portal de entrada – Guararema, SP, Brasil
  • Monumento Freguesia da Escada – Guararema, SP, Brasil
  • Fonte – Guararema, SP, Brasil

VITARIS

  • 2001 – Mosteiro (século XI) – Klingenmünster, Alemanha
  • CARTÕES PROMOCIONAIS
  • 1999 – 16 publicações em Cartões Telefônicos (Org.) Eduardo Zompero Dias, Telefônica, São Paulo, Brasil
  • 2006 – 27 publicações em Cartões Telefônicos Sercontel, Londrina, PR, Brasil

CAPAS DE LIVRO

  • 1974 – GOLDBERG, Jacob Pinheiro. O dia em que Deus Viajou, Editora Clássico Científica
  • 2002 – FIGUEIREDO, Nébia Maria A. de (Org.) Práticas de Enfermagem: Ensinando a cuidar de clientes em situações clinicas e cirúrgicas. São Caetano do Sul, Difusão Paulista de Enfermagem Editora
  • 2002 – FIGUEIREDO, Nébia Maria A. de (Org.) Práticas de Enfermagem: Fundamentos, conceitos, situações e exercícios. São Caetano do Sul, Difusão Paulista de Enfermagem Editora
  • 2003 – FIGUEIREDO, Nébia Maria A. de (Org.) Práticas de Enfermagem: Ensinando a cuidar da mulher, do homem e do recém-nascido. São Caetano do Sul, Difusão Paulista de Enfermagem Editora
  • 2003 – FIGUEIREDO, Nébia Maria A. de (Org.) Práticas de Enfermagem: Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul, Difusão Paulista de Enfermagem Editora
  • 2003 – FIGUEIREDO, Nébia Maria A. de (Org.) Práticas de Enfermagem: Ensinando a cuidar da criança. São Caetano do Sul, Difusão Paulista de Enfermagem Editora

BIBLIOGRAFIA DO ARTISTA

  • 1987 – BALSA, Josete. 11 Caminhos
  • 1992 – BALSA, Josete. Retrospectiva SARRO, 20 anos
  • 2002 – PARINAUD, André. SARRO, 30 anos de pintura
  • 2004 – SARRO, Adélio. Essência e Magia das Cores – 2004
  • 2005 – SARRO, Adelio. Pensamentos, Formas e Cores
  • 2006 – D’AMBRÓSIO, Oscar. Contando a Arte de Adelio Sarro
  • 2007 – BARBOSA, Alexandre Marcos Lourenço. Aparecida – Obras de Sarro no Santuário Nacional

BIBLIOGRAFIA SOBRE O ARTISTA

  • Annual Report of Art International
  • Julio Louzada – Edições Anuais
  • Latin-American Annual Report
  • Art and Culture - World Economic Forum

MEMORIAL

  • Memorial Adelio Sarro Sobrinho - Andradina, SP

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