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11-09-18 | G2 - ANNA GUERRA + KIKA GOLDSTEIN EXPÕEM NO MESTIÇO

O G2 apresenta a exposição “A Quatro Mãos” que poderá ser visitada a partir de 11 de setembro de 2018. São 21 obras escolhidas especialmente para o espaço expositivo do restaurante Mestiço e para o prazer visual dos visitantes.

Foto G2-Anna Guerra+Kika Goldstein

O G2 é a união de duas artistas visuais, Anna Guerra e Kika Goldstein, que acreditam na arte, como experiência única e transformadora. Mostram através da soma de seus trabalhos, no mundo contemporâneo em que vivem, conexões cada vez mais rápidas e relações mais fugazes.

O G2 apresenta ao mundo que é possível a interação entre duas culturas diferentes produzirem uma única arte. Numa fusão de cores, formas e movimentos o conceito das artistas é traduzir a sociedade com o olhar onde o sentido da vida está em compartilhar experiências e conhecimentos nas relações reais. Num ambiente diferente, onde existe simultaneamente a inspiração e a retração, a alegria e a depressão, a paixão e o desapego, no qual criatividade, criador e criatura vivem em trio amoroso que percorrem a veia de um artista.

Nos bastidores de uma criação percebe-se, o porquê das coisas. O traço, a cor, a composição, transformação, fusão, imaginação, segredos e confissões.

Só sendo uma “tela” para acreditar, que a direção dos ventos norte, sul, leste, oeste, "NORDESTE e SUDESTE", fundem-se em obras a quatro mãos, numa “Roda Viva” de ideias e numa “Metamorfose” de cores, no mundo onde há GUERRA, há GOLD, o mundo G2.

As artistas Anna Guerra e Kika Goldstein têm carreiras individuais de longa data, tendo feito exposições no Brasil e exterior. São membras da academia de Artes Ciências e Letras de Paris, expuseram no Salão do Carrosel do Louvre, Grand Palais em Paris, França, Casa do Brasil e Casa da América Latina em Portugal, Art Open em Weisweiler na Alemanha dentre outras.

Suas obras estão presentes em diversos acervos particulares e empresariais.

Pagode Russo (TMST-2018-120X100cm)
Pagode Russo (TMST - 2018 - 120x100cm)

Remix Rio (TMST - 2018 - 120x100cm) (AST-2009-80x100cm)Remix Rio (TMST - 2018 - 120x100cm)

Retalho (TMST - 2017 - 100x100cm)
Retalho (TMST - 2017 - 100x100cm)

Dançando Azul (AST-2013-105x145cm)
Capadócia (TMST - 2018 - 130x100cm)

Serviços:
Exposição: “A QUATRO MÃOS” - G2 - Anna Guerra + Kika Goldstein
Realização: Eduardo Esteves Arts Management
Local: Restaurante Mestiço - Rua Fernando de Albuquerque, 277 – Consolação - São Paulo - (11) 3256-3165
Período: a partir de 11 de setembro de 2018
Horário: Todos os dias a partir das 11h45
Censura: Livre
Entrada: Gratuita
Estacionamento: Pago com manobrista

Para mais Informações:
Suggestiva
Juliana Lopes - Assessora de Imprensa
(11) 99175-7454
(11) 5054-1456
juliana@suggestiva.com.br
www.suggestiva.com.br

16-04-18 | PATIÍ DOMINGUES & ELAINE JANEIRO EXPÕEM NO MESTIÇO

As artistas visuais Patií Domingues e Elaine Janeiro apresentam a exposição “DIÁLOGO EM CORES” que poderá ser visitada a partir de 16 de abril de 2018. São 24 obras escolhidas especialmente para o espaço expositivo do restaurante Mestiço.

Foto Patií e Elaine Janeiro

A mostra apresenta a força das cores nas poéticas visuais de duas artistas que transcendem os limites da composição abstrata e figurativa, dialogando entre si nos mais diversos tons, matizes e luminosidades de suas paletas.

Light (Acrílica e Nanquim Sobre Tela-2018-70X70cm)

Sem Título Vermelho (AST-2009-80x100cm)

As obras apresentadas levam os espectadores às suas próprias sensações e interpretações sobre o que percebem sensorialmente durante a visita e na contemplação de dois mundos diversos, o imaginário e o real, mas que guardam semelhanças e se confrontam nas paredes opostas do espaço expositivo.

Elaine Janeiro com suas composições abstratas em tons ora suaves, ora intensos, sugere ao interlocutor que busque no seu interior o sentido que suas manchas, garatujas e cores lhes impõem.

8 Janelas (Fine Art Print1 - 2015 - 45x90cm)

Dançando Azul (AST-2013-105x145cm)

Patií Domingues com suas construções arquetípicas, advindas de sua imersão no caldeirão de símbolos do inconsciente coletivo e sua formação em arquitetura, muito peculiares de sua visão de mundo, delimita com o forte traço à nanquim suas estruturas distorcidas e cores fortes, encarcerando dessa forma sua poética irrequieta e metamórfica.

Grandes Esperancas (Acrílica e Nanquim ST-2015-140X140cm)

Jazz Primavera (AST-2013-80x80cm)

Ambas artistas com exposições no Brasil e no exterior, bem como presentes em acervos particulares e públicos, convidam a todos para um intenso e prazeroso banquete sensorial.

Valsa (Acrílica e Nanquim sobre Tela-2012-150x170cm)

Serviços:
Exposição: “DIÁLOGO EM CORES” - Patií Domingues e Elanie Janeiro
Realização: Eduardo Esteves Arts Management
Local: Restaurante Mestiço - Rua Fernando de Albuquerque, 277 – Consolação - São Paulo - (11) 3256-3165
Período: a partir de 16 de abril de 2018
Horário: Todos os dias a partir das 11h45
Censura: Livre
Entrada: Gratuita
Estacionamento: Pago com manobrista

Para mais Informações:
Suggestiva
Juliana Lopes - Assessora de Imprensa
(11) 99175-7454
(11) 5054-1456
juliana@suggestiva.com.br
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05-12-17 | CHARLES CHAIM EXPÕE NO MESTIÇO

O artista visual Charles Chaim apresenta sua exposição “#CHAIM20ANOS” que poderá ser visitada a partir de 5 de dezembro de 2017. São 25 obras escolhidas especialmente para encerrar as comemorações dos aniversários de 20 anos do restaurante Mestiço e da bem-sucedida carreira do artista.

Foto de Charles Chaim

“Quando conheci o amigo Charles, há duas décadas e meia, ele era um rapaz inquieto, com sede de vida e de conhecimento. Alguns anos depois, ele foi buscar no jornalismo saciar essa inquietude e passar para as pessoas suas impressões sobre os fatos. Não foi o bastante. Informação é indústria e Charles era sensibilidade querendo expressar-se diante do mundo. Paralelamente trabalhou com teatro como ator, produtor e cenógrafo.

Em uma brincadeira com embalagens de pizza e posteriormente com sacolas, caixas de sapatos e de fósforos Charles, agora Chaim, apelido de infância herdado como diminutivo carinhoso de alguém que nasceu para ser grande, localizou o canal de sua expressão: as artes visuais. Daí para frente foi só alegria e trabalho.

Beatles (Acrílica Sobre Tela - 2017 - 80x150cm)

Foram exposições individuais e coletivas, experimentações artísticas diferenciadas e reconhecimento público que o levou a transpor as barreiras geográficas e levar sua arte para outros países.

Sua obra é pautada pelo desejo incansável de renovar-se, de descobrir-se e de expressar-se diante de um mundo sempre cheio de transformações. Ligado à vanguarda em todas as formas de expressão artística, encontrou na pop art uma forma de produzir releituras de rostos e gestos de seus amigos e de celebridades nacionais e internacionais.”

Dentro desse ecletismo, Charles Chaim é um artista que se permite. Fugindo das convenções, busca dentro de si os caminhos que deem prazer e possibilitem a expressão fulgente de seu pensamento e de seu olhar. Talvez por isso ele tem sido bem aceito e o seu trabalho contemplado. Por arriscar-se, por permitir-se e por deliciar-se com uma arte descomprometida de grandes ambições e livre por natureza.”

Carlos Guimarães Coelho (Jornalista)

8 Janelas (Fine Art Print1 - 2015 - 45x90cm)



Vênus (Fine Art Print1 - 2016 - 80x80cm)

Serviços:
Exposição: #CHAIM20ANOS - Charles Chaim
Realização: Eduardo Esteves Arts Management
Local: Restaurante Mestiço - Rua Fernando de Albuquerque, 277 – Consolação - São Paulo - (11) 3256-3165
Período: a partir de 5 de dezembro de 2017
Horário: Todos os dias a partir das 11h45
Censura: Livre
Entrada: Gratuita
Estacionamento: Pago com manobrista

Para mais Informações:
Suggestiva
Juliana Lopes - Assessora de Imprensa
(11) 99175-7454
(11) 5054-1456
juliana@suggestiva.com.br
www.suggestiva.com.br

12-09-17 | MARAMGONÍ. SUCESSO NO CLUBE HÍPICO DE SANTO AMARO

Convite exposição A Arte de Maramgoní

A exposição “A Arte de Maramgoní” no Casarão do CHSA, aberta de 6 a 10 de setembro durante os eventos comemorativos do 82º aniversário do Clube e Concurso de Salto Internacional CSN e CSI-W, foi o acontecimento cultural que marcou o evento.

Foto de Maramgoní

Obra NY-Década de 40 (AST-2017-100x170cm)

Av. Paulista (AST-2017-80x160cm)

Obra Chinatown de Maramgoní

05-09-17 | MIGUEL COSTA JR. EXPÕE NO MESTIÇO

Convite exposição Da Natureza ao Urbano

O fotógrafo Miguel Costa Jr. apresenta sua exposição “Da Natureza ao Urbano” que poderá ser visitada a partir de 12 de setembro de 2017. São 25 obras escolhidas especialmente para o Mestiço, um presente muito especial para os clientes da casa, visitantes e admiradores da boa arte.

Foto de Miguel Costa Jr

Convivo com o Miguel e conheço o trabalho dele nas pistas há mais de 30 anos.

A qualidade de suas fotos e o olhar diferenciado me surpreendem sempre.

Isso explica porque ele é visto por todos da nova geração de fotógrafos como o mestre inspirador.

Me impressiona muito, cada vez que estamos selecionando as fotos para uma edição do Anuário AutoMotor (e aí não são apenas os trabalhos dele, mas de uma infinidade de profissionais do mundo todo), como ele enxerga coisas que estão longe do meu olhar, por mais técnico que eu pretenda ser.

E o mais significativo no trabalho dele é que essa visão vai muito além das pistas. Um olhar voltado para o melhor que a natureza e o espaço urbano nos mostram no dia-a-dia.

A arte de usar elementos da natureza para compor seus cenários com leveza, explorando como poucos a pureza proporcionada pela vegetação ou, como já o vi fazer, numa leitura aquarelada de uma imagem do mar.

Saindo da natureza para um cenário urbano, estão sempre presentes nas fotos do Miguel os desenhos geométricos que compõem uma imagem forte, impactante.

São situações em que a sensibilidade que ele traz no seu olhar artístico se torna infinita. Sensibilidade é, de fato, o que define o trabalho do Miguel”.

Reginaldo Leme (Jornalista)

Esperando o Mar (Fine Art Print1 - 2016 - 60x105cm)



8 Janelas (Fine Art Print1 - 2015 - 45x90cm)



Vênus (Fine Art Print1 - 2016 - 80x80cm)

Serviços:
Exposição: Da Natureza ao Urbano de Miguel Costa Jr
Realização: Eduardo Esteves Arts Management
Local: Restaurante Mestiço - Rua Fernando de Albuquerque, 277 – Consolação - São Paulo - (11) 3256-3165
Período: a partir de setembro de 20017
Horário: Todos os dias a partir das 11h45
Censura: Livre
Entrada: Gratuita
Estacionamento: Pago com manobrista

Para mais Informações:
Suggestiva
Juliana Lopes - Assessora de Imprensa
(11) 99175-7454
(11) 5054-1456
juliana@suggestiva.com.br
www.suggestiva.com.br

05-09-17 | MARAMGONÍ EXPÕE NO CLUBE HÍPICO DE SANTO AMARO

Convite exposição A Arte de Maramgoní

O artista plástico Maramgoní estará de 06 a 10 de setembro de 2017, no Casarão do CHSA com a exposição “A Arte de Maramgoní”. São obras escolhidas especialmente para os eventos comemorativos do 82º aniversário do Clube, que sediará também o Concurso de Salto Internacional CSN e CSI-W. A mostra apresenta suas paisagens urbanas que certamente agradarão os sentidos dos visitantes e apreciadores de boa arte.

Foto de Maramgoní

O universo das cidades é um dos mais ricos para a expressão visual. Se, por um lado, surge a beleza da arquitetura também há o encantamento com as pessoas que vivem nesses ambientes e dele participam conduzindo as suas vidas com as mais variadas motivações.

Maramgoní oferece ao público suas São Paulo, Nova York e cidades do mundo. A arquitetura desses espaços muitas vezes está mais próxima do que se pode imaginar, ainda mais quando está inclusa na proposta do pintor o diálogo entre o antigo e o contemporâneo.

Pode-se ver, nos casos em que as cidades são mostradas em preto e branco, a presença de uma luz diferenciada, oriunda de focos de iluminação pública ou lampiões, estrategicamente colocados para auxiliar na composição do quadro.

Obra NY-Década de 40 (AST-2017-100x170cm)

Quando a cidade é tratada na atualidade, a cor se faz presente de uma outra maneira, destacando fatores isolados ou um caminhar interno que valoriza o modo de ocupação do espaço em nome de uma poética que progressivamente vem ganhando características próprias ao longo dos últimos anos.

Av. Paulista (AST-2017-80x160cm)

Oriundo de ampla pesquisa, principalmente de imagens de livros que enfocam as cidades no passado e de sua vivência nelas no presente, o trabalho de Maramgoní oferece pontos de vistas que motivam o observador a ver o urbano em todo o seu encantamento plástico.

Surge assim um mundo mágico, regido pela luz e pela cor. As cidades se tornam obras de arte que encantam. As épocas diferentes, as perspectivas diferenciadas e os lugares distintos passam a ser o assunto de uma pintura cada vez mais consciente de si mesma e de seu poder revelador.

Após 20 anos de pintura e diversas exposições mundo afora, suas obras fazem parte de importantes acervos particulares e públicos no Brasil e no exterior.

Obra Paris Le Figaro Montmartre Sacre Couer Maramgoní              Obra Chinatown de Maramgoní

Serviços:
Exposição: A Arte de Maramgoní
Realização: CHSA e Eduardo Esteves Arts Management
Local: Clube Hípico de Santo Amaro - R. Visconde de Taunay, 508 - São Paulo - (11) 5694-0606
Período: de 06 a 10 de setembro de 20017
Censura: Livre
Entrada: Gratuita
Estacionamento: Pago com manobrista

Para mais Informações:
Carla Garcia - CHSA Comunicação
(11) 5694-0606
eventos@chsa.com.br
www.chsa.com.br

Eduardo Esteves Arts Management
(11) 99931-4163
(11) 2503-4163
artes@amelp.com.br
www.amelp.com.br

10-07-17 | ANTONIO PETICOV EXPÕE NO MESTIÇO

Convite exposição Caminhos da Imaginação

O artista visual Antonio Peticov apresenta sua exposição “Caminhos da Imaginação” que poderá ser visitada até 30 de julho de 2017. São 19 obras escolhidas especialmente para o Mestiço, um presente muito especial para os clientes da casa, visitantes e admiradores da boa arte.

“Depois de trabalhar em Londres (Inglaterra), Milão (Itália) e Nova Iorque (EUA), participar de mostras em todo o mundo e ter obras em acervos públicos e privados, Peticov, após meio século de trabalho, segue sendo um jovem e inquieto criador. Está sempre investigando as possíveis plataformas, o universo das cores, as possibilidades de texturas, a força dos volumes e a incidência da luz. E o mais importante: em qual novo tema pode abrir uma discussão. Porque seu trabalho tem esse foco, questionar, fazer com que as pessoas reflitam sobre elas próprias e o mundo.

Escadas, cérebros, labirintos, natureza, releituras de mestres, paisagens, objetos, cores, pessoas, partituras musicais, ferramentas e qualquer coisa aparentemente viva ou morta, real ou imaginária pode ser razão do trabalho desse artista sem fronteiras, viajante eterno pelos caminhos da imaginação. Não resista, tenha coragem como ele sempre teve e mergulhe na sua obra. Você não vai se arrepender, porque Antonio Peticov tem certeza de que arte é vida”. Ricardo Viveiros (ABCA-AICA)

Foto de Antonio Peticov

PETICOV é pintor, escultor, desenhista, gravurista, hológrafo e programador visual. Expondo desde 1965, destacam-se suas participações nas IX, X e XX Bienais de São Paulo assim como individuais no MASP em 2003 e no MAM do Rio de Janeiro em 1978 além de uma centena de exposisões em algumas das melhores galerias de arte da Itália, Holanda, Japão, USA, Chile, França, Suíça, Alemanha, México, Bulgária, Inglaterra, Bélgica, Uruguai, Coreia e Brasil.

Obra Alice no RIo de Peticov

Fez instalações ambientais e murais na Itália, Suíça, Estados Unidos e no Brasil. Foi presidente da Cooperativa dos Artistas Visuais do Brasil entre 2003 e 2007. É membro da North American Lewis Carroll Society e é um dos “Friends of Martin Gardner”. Fundou e dirigiu o NAC - Núcleo de Arte Contemporânea - entre 1999 e 2006.

Autor de três documentários em curta metragem sobre sua obra tem 8 livros sobre o seu trabalho já publicados. Especializou-se em Geometria Sagrada e na Seção Áurea imprimindo ao seu trabalho um forte caráter matemático.

Obra Experimentou a Chavezinha de Peticov               Obra O Arauto de Peticov

Depois de viver 29 anos entre Londres, Milão e Nova Iorque em 1999 Antonio Peticov retomou residência em São Paulo, cidade que abriga diversas de suas obras públicas.

Seu trabalho foi difundido mundialmente através de capas de discos e de livros assim como calendários, cartões postais e posters, geralmente associado às suas mostras.

Obra This is Dedicated to the One I Love de Peticov

“Como em um prisma mágico tudo o que passa pelo pincel deste artista brasileiro se decompõe nas milhares de cores do espectro solar. O seu é um mundo matemático e místico aonde o entusiasmo pela mecânica celeste explode cavalgando arco-íris que delimitam seções áureas, anéis de Moebius, paradoxos “Escherianos” e espirais logarítmicas que transpiram a mesma magia dos adornos plumários dos índios da Amazônia”. Matteo Guranaccia, no seu “Almanacco Psichedélico”

22-04-17 | MARINA PITT EXPÕE NO MESTIÇO

Convite exposição Bem Longe Daqui...

A artista visual Marina Pitt apresenta sua exposição “Bem Longe Daqui...” que poderá ser visitada até 11 de junho de 2017. São 25 obras escolhidas especialmente para o Mestiço, um presente muito especial para os clientes da casa, visitantes e admiradores da boa arte.

Segundo o texto de apresentação de Fernando Dias de Souza (Vogue.com’s Art Director), Marina Pitt nasceu na cidade de São Paulo em uma família de raízes mistas, neta de imigrantes italianos e espanhóis, que chegaram ao Brasil no início do século XX. O contato com diferentes práticas culturais ao longo de sua formação artística tornou-se uma influência definitiva em seu trabalho. O sofisticado estilo de composição de Pitt manifesta-se através da livre experimentação no uso de técnicas de figuração alternativas ou abstratas, uma característica normalmente associada à indivíduos com ampla visão do mundo.

Desde muito cedo Marina Pitt observa com atenção os ambientes naturais que a cercam, obtendo profunda compreensão das cores e formas características das paisagens que vivencia. Durante seus anos formativos, Pitt dedicou grande parte de seu tempo ao estudo do movimento dos Primitivos Holandeses, responsáveis em parte pelo Renascimento nos Países Baixos. O trabalho de artistas como Jan van Eyck, Pieter Bruegel the Elder e Hieronymus Bosch exerceu grande influência no estilo e técnica de Pitt.

Foto de Marina Pitt

Após se formar em Educação Artística, Pitt mudou-se da cidade para o campo, onde aperfeiçoou seu talento para representar a beleza subconsciente através de composições físicas. Ao retornar à sua nativa São Paulo, o estilo e técnica de pintura da artista haviam evoluído para um corpo de trabalho poético, exuberante e complexo, comprovando a paixão pelas suas origens socioculturais.

Utilizando-se de técnicas de óleo sobre tela, lápis de cor, folhas de ouro aplicadas e areia, o trabalho de Marina Pitt é um estudo da figura humana, da forma animal e da natureza em que habitamos, seja ela real ou imaginária, física ou abstrata. Em suas pinturas os elementos interagem entre si simultaneamente com o universo abstrato.

Obra Irmãos de Marina Pitt

As variações de cor e as pinceladas de luz e sombra no plano de fundo de suas obras sugerem muitas vezes um ambiente indefinido. Na base de suas pinturas observamos camadas de cor sobrepostas, cuja presença é anunciada sutilmente, uma a uma, enquanto podemos enxergar através das cores a próxima camada que se aproxima. No primeiro plano as figuras de Pitt são representações familiares que ao mesmo tempo pertencem ao universo particular da artista. A harmonia entre o figurativo e o abstrato serve como testamento à infinita capacidade criativa da mente.

Obra Bons Amigos de Marina Pitt

O poder transformador da natureza é o tema mais presente no trabalho de Pitt, e a artista dedica seu talento a representar este conceito em todo o seu esplendor metafísico. O uso de tons vibrantes e abrangentes nos transporta a cenas de intensa vivacidade, como se fosse possível capturar um momento em que a natureza forma novas combinações de cores.

O período atual do trabalho da artista é de maturidade e confiança, carregando as multifacetadas influências e paixões que dirigem a produção artística e visão criativa de Marina Pitt.

Suas obras podem ser encontradas em coleções particulares e são admiradas por amantes da arte no Brasil, Europa e Estados Unidos.

24-10-16 | COLETIVA "OLHARES" NO MESTIÇO

Convite exposição Time Travel

Após 4 anos de mostras individuais, o Mestiço leva até 31 de dezembro de 2016 a exposição coletiva “Olhares”. São 19 obras de 11 artistas que já se apresentaram individualmente nesse espaço, mostrando seus olhares que certamente agradarão os sentidos de visitantes e apreciadores de boa arte.

Obra Trio Musical de Waldomiro Sant'Anna

Coletivas são brincadeiras e coletivas em restaurantes são festas.

Não é à toa que no final do século 19 aqueles pintores meio exóticos, meio estranhos, mas que comiam bem... claro... quando podiam, gente como van Gogh, Gauguin e o Lautrec fizeram sua estreia em coletivas de restaurantes. E aí vão se sucedendo um tal de Picasso, um Modigliani... bom, a lista não para, e acho que nunca parou.

Então o Mestiço resolveu fazer uma coletiva com um monte de olhares sobre várias coisas.

Os assuntos não se interligam, são tão somente olhares dos pintores em uma coletiva em um restaurante.

Bem, devo admitir que o prazer à mesa e o prazer em olhar são os verdadeiros motivos dessa coletiva.

Então, em geral, um bom apetite!

(Artistas Participantes: Paulo Sayeg, Maramgoní, Waldomiro Sant’Anna, Cláudio Souza Pinto, Dennis Esteves, Nicolielo, Gustavo Martins, Maninho, PaulO’Meira, Alemão e Alex Mead).

Obra Le Figaro-MontMartre... de Maramgoní

Obra Sound Of Love de Claudio Souza Pinto

Obra Caras III de Maninho

Obra Retrato para as 3 Graças II de Gustavo Martins

Obra Jazz na Pele de Dennis Esteves

Obra Frida Khalo de Alex Mead

Obra Cavaleira 2015 de Paulo Sayeg

Obra Sohm de Paulo OMeira

Obra Família Feliz II de Alemão

Obra Casamento em Campo de Girassois de Nicolielo

06-06-16 | MARAMGONÍ EXPÕE NO MESTIÇO

Convite exposição Time Travel

O universo das cidades é um dos mais ricos para a expressão visual. Se, por um lado, surge a beleza da arquitetura também há o encantamento com as pessoas que vivem nesses ambientes e dele participam conduzindo as suas vidas com as mais variadas motivações.

Maramgoní oferece ao público suas São Paulo, Nova York e cidades do mundo. A arquitetura desses espaços muitas vezes está mais próxima do que se pode imaginar, ainda mais quando está inclusa na proposta do pintor o diálogo entre o antigo e o contemporâneo.

Obra Centro Velho de Maramgoní

Pode-se ver, nos casos em que as cidades são mostradas em preto e branco, a presença de uma luz diferenciada, oriunda de focos de iluminação pública ou lampiões, estrategicamente colocados para auxiliar na composição do quadro.

Quando a cidade é tratada na atualidade, a cor se faz presente de uma outra maneira, destacando fatores isolados ou um caminhar interno que valoriza o modo de ocupação do espaço em nome de uma poética que progressivamente vem ganhando características próprias ao longo dos últimos anos.

Obra Paris Rue desbouchers de Maramgoní

Oriundo de ampla pesquisa, principalmente de imagens de livros que enfocam as cidades no passado e de sua vivência nelas no presente, o trabalho de Maramgoní oferece pontos de vistas que motivam o observador a ver o urbano em todo o seu encantamento plástico.

Surge assim um mundo mágico, regido pela luz e pela cor. As cidades se tornam obras de arte que encantam. As épocas diferentes, as perspectivas diferenciadas e os lugares distintos passam a ser o assunto de uma pintura cada vez mais consciente de si mesma e de seu poder revelador.

Após 20 anos de pintura e diversas exposições mundo afora, suas obras fazem parte de importantes acervos particulares e públicos no Brasil e no exterior.

23-02-16 | ALEX MEAD  EXPÕE NO MESTIÇO

Convite exposição Alma Brasileira

Existem artistas que se inspiram em eventos sociais. Não nas grandes imigrações, nas guerras ou até em passeatas, mas se inspiram em eventos cercados de um certo glamour ou como se dizia lá pelos anos 60 e 70, eventos com “lamê”, o início da era das celebridades e como estas celebridades acabaram em motivos pictóricos e temas para artistas.

Claro que isso não é novo. Retratar celebridades vem desde o Egito antigo e foi o que nos serviu de material histórico para podermos conhecer desde o Faraó Aknaton, passando por Júlio Cesar e Napoleão, ou seja, pintar as celebridades é em si uma profissão e aqui no Mestiço temos o prazer de apresentar o artista inglês Alex Mead.

Seu tema, a sua praia, sua tribo é a do “cara” da internet, o retrato rápido da celebridade. Ele olha pelo seu smartphone, registra na memória e pinta. Até suas referências de cores são da web. A sua pintura é assim como é o mundo hoje, rápida, crua e realista, sem o ser.

Então...Bem-vindo à “Images of Fascination”, a primeira e exclusiva exposição de Alex Mead e sua pequena mostra do tempo.

Eduardo Esteves (Curador)
Obra Marilyn Alex Mead

05-10-15 | WALDOMIRO SANT'ANNA EXPÕE NO MESTIÇO

Após mais de 30 anos de intensa atividade artística, apresentando seus trabalhos no Brasil e no exterior, o artista plástico Waldomiro Sant’Anna, estará até 29 de novembro de 2015, no Mestiço com a exposição “Alma Brasileira”. Serão 25 obras escolhidas especialmente para o Mestiço, um presente muito especial para os clientes da casa, visitantes e admiradores da bela arte.

Convite exposição Alma Brasileira

Cursou a Faculdade de Belas Artes de São Paulo na década de setenta.

Dedica-se a pintura há mais de trinta anos, tendo participado de inúmeros Salões de Arte, sendo premiado em vários deles. Exposições coletivas e individuais no Brasil e exterior somam-se à sua intensa busca por aprimoramento de sua arte, dividida entre pesquisa, estudo e prática em seus dois estúdios (São Paulo e Ribeirão Preto).

O tema de seu trabalho é o homem e o seu dia a dia, suas paixões, suas angústias, suas alegrias, seus sonhos...

Foto Waldomiro SantAnna

Possui um estilo que pode ser classificado como figurativo moderno ou expressionismo lírico como concluiu Pedro Manuel Gismondi.

Atualmente é representado por galerias do Brasil, França, Portugal e Espanha.

Tem seu trabalho registrado nos livros BRAZILIAN ART BOOK, THE ART BOOK BRAZIL (figurativos), DEZ ARTISTAS DO BRASIL, A ARTE DE WALDOMIRO SANT’ANNA (registro com mais de 300 de seus trabalhos).

Suas obras podem ser encontradas em diversas coleções particulares e são admiradas por amantes da arte no Brasil, Europa, Estados Unidos e América latina.

12-04-15 | ALEMÃO ART EXPÕE NO MESTIÇO

Após apresentar sua arte no Brasil e no exterior, o artista plástico Anderson Ferreira Lemes, mais conhecido como Alemão estará até 31 de maio de 2015, no Mestiço com a exposição “Passeio pelo Imaginário”. Serão 25 obras escolhidas especialmente para o Mestiço. Duas delas já participaram de exposições na Europa e pela primeira vez estão sendo expostas no Brasil.

Alemão iniciou seu contato com a arte através do grafite e depois de vários anos e muitos muros, resolveu estudar e se especializar. Formado em Educação Artística e Artes Plásticas, tornou-se professor e trabalha com arte desde 2004.

As bicicletas são o ponto de partida para muitas de suas obras. “Pinto as bicicletas por ser uma lembrança da infância. Tenho a bicicleta como liberdade e nostalgia dos melhores momentos que vivi", conta o artista.

Foto Alemão Art

Alemão iniciou seu contato com a arte através do grafite e depois de vários anos e muitos muros, resolveu estudar e se especializar. Formado em Educação Artística e Artes Plásticas, tornou-se professor e trabalha com arte desde 2004.

As bicicletas são o ponto de partida para muitas de suas obras. “Pinto as bicicletas por ser uma lembrança da infância. Tenho a bicicleta como liberdade e nostalgia dos melhores momentos que vivi", conta o artista.

Assim, a arte que teve início no colégio e nos muros de Assis, sua cidade natal, já conquistou 85 cidades brasileiras e 25 países. Alemão teve a oportunidade de expor sua obra no museu mais famoso e respeitado do mundo, o Louvre, em Paris e está partindo para a New York onde abrirá uma exposição concomitante à do Mestiço.

“Adoro participar de exposições, pois é uma chance de encontrar os amigos e conhecer novos admiradores. Quando fui convidado pelo Eduardo Esteves, curador do Mestiço, logo percebi que esse seria o local perfeito para esse propósito”.

As cores fortes, o cenário urbano e os símbolos arquetípicos, mostram como o imaginário de Alemão se confunde com a realidade crua das situações do cotidiano, criando obras impactantes e ao mesmo tempo lúdicas.

Suas obras podem ser encontradas em diversas coleções particulares e são admiradas por amantes da arte no Brasil, Europa, Estados Unidos e América latina.

11-11-13 | PAULO'MEIRA EXPÕE NO MESTIÇO

Após levar sua arte a expectadores das ruas, galerias e museus no Brasil e no Exterior, o Artista Visual PaulO'Meira estará até 2 de fevereiro de 2014, no Mestiço com a exposição “Realidade Híbrida”. Serão 21 obras inéditas, técnicas mistas sobre tela, desenvolvidas especialmente para o Mestiço.

Convite "Realidade Híbrida"

PaulO’Meira, com suas raízes paulistanas, atua como artista gráfico na cena desde 2005. Ao longo de sua trajetória levou cores e dialéticas ao cenário nacional e internacional e firmou importantes parcerias como integrante do coletivo “Graffiti com Pipoca” e do JAMAC , onde desdobrou seus talentos artísticos como arte educador.

Foto PaulO'Meira

Dentro de suas habilidades solos, trabalha com design, ilustração e street art, concentrando suas narrativas principalmente em intervenções urbanas, onde sustenta sobre o spray as temáticas da Paulicéia desvairada, a fim de levar discussão e promover mudanças positivas no espaço físico e nos apreciadores anônimos.

Nos últimos anos vem se dedicando mais intensamente ao trabalho de ateliê, criando um percurso estético e poético de “fine arts”, mas sem perder de vista suas raízes. Suas telas têm recebido muitos elogios de críticos e a atenção de colecionadores

Este grande envolvimento com as correlações e angústias impostas pela metrópole, o levou a estudar Arquitetura e Urbanismo para embasar de maneira mais profunda suas preocupações em integrar a arte ao espaço público

Com diversas exposições e intervenções, esse jovem artista já se impõe como um dos destaques das artes visuais brasileiras.

Nesta exposição as obras de O’Meira transitam em um universo multidisciplinar, onde nos mostra um artista experimental, que explora diferentes suportes e formas de intervir no espaço público.

Dentro de sua busca é possível encontrar uma diversidade narrativa. Sua sensibilidade poética e ao mesmo tempo crítica transporta imagens recortadas do cotidiano mundano para um caráter lúdico, resultando em um emaranhado dinâmico de cores e elementos peculiares.

Neste emaranhado elementar, o artista visual dialoga elementos gráficos rígidos provenientes da vida na cidade, com a sutileza orgânica, fluida de seus traços, criando assim, terceiros signos que se interagem afim de promover discussões a seus observadores.

As obras instaladas no Mestiço, trazem este recorte e uma nova percepção do olhar da metrópole, sendo elas, representadas em todas as formas de vida de quem a habita.

Julianna Pirani, arquiteta urbanista do Estudio JCubo

05-08-13 | ADÉLIO SARRO E DENNIS ESTEVES EXPÕEM NO MESTIÇO

Após anos expondo em galerias e museus no Brasil e no Exterior, de 4 de agosto a 6 de outubro de 2013 os Artistas Plásticos Adélio Sarro e Dennis Esteves expõem no Mestiço “Poéticas Vinculadas”, uma mostra com óleos sobre tela, alguns de seu acervo e outros inéditos, especialmente escolhidos para o Mestiço.

Convite "Poéticas Vinculadas"

Alguns artistas têm caminhos paralelos, alguns artistas postulam ideias e poéticas semelhantes, pois é assim que se constituem as escolas e os movimentos.

Quando um criador imprime uma forte marca sempre acaba encontrando os que são seus interlocutores. Estamos cheios de exemplos disso em todas as formas de expressão artística.

E nesta mostra, temos o privilegio de observar este fenômeno.

Adélio Sarro e Dennis Esteves estão um para o outro como partes de um organismo plástico, uma escolha poética, uma opção pelo ser humano.

Sarro mais experiente é herdeiro de uma linguagem estilística que nos remete à confecção plástica de um Bernard Buffet e à terna construção do mestre Portinari, que também, tinha como seu interlocutor o artista Enrico Bianco.

Sim, é uma mostra de interlocutores.

Dennis, não menos experiente, é mais novo e responde com maestria à marca de seu tutor.

Mais que uma exposição, uma conversa sobre a pintura. Desfrutem!

Eduardo Esteves (Arts Manager)

22-04-13 | CLAUDIO SOUZA PINTO EXPÕE NO MESTIÇO

De 22 de abril a 30 de junho de 2013 o Artista Plástico Claudio Souza Pinto expõe no Mestiço “Imaginarium”, uma mostra com 18 técnicas mistas sobre tela, especialmente escolhidas para o Mestiço.  Cor, humor, criatividade e refinamento são refletidas na pinturas de Claudio Souza Pinto. “Não somos o que realmente queremos ser, e sim o que a sociedade nos impõe... o teatro da vida”. Para o artista, a vida é um grande teatro. Como parte dele, as pinturas revelam os sentimentos do Ser Humano sob as máscaras do cotidiano.

Convite "Imaginarium"

As vestes coloridas, traçadas com boa dose de sensibilidade e humor, representam os sentimentos. Ao invés de rostos, máscaras. Ao invés de corpos, comportamentos são evidenciados. É nesse contexto que foram criadas as obras de Claudio Souza Pinto. O que você diria disso? O que você acharia ao ver alguém andando por aí com uma máscara no rosto e, ao se aproximar, percebesse que atrás da máscara não há nada? Nem rosto, nem cara, nem cabeça, nem coisa alguma?

Como é o Ser Humano quando “tira a roupa?” Como é você quando não tem ninguém olhando? Você existe? Você é de verdade? Ou por trás das aparências, dessas aparências que você mostra às pessoas, você também não é ninguém? Os quadros de Claudio Souza Pinto são assim. Não há nada além de roupas, chapéus, sapatos, máscaras. Ele pinta muitíssimo bem os gestos, os movimentos, os trejeitos, os volumes corporais e as posturas... de ninguém. Nos quadros dele os Seres Humanos são ilustres desconhecidos. Só se sabe das suas aparências. Dos seus movimentos visíveis. Há todo um vasto teatro nesses quadros, há inúmeros personagens, há uma série de representações, cada qual mais socialmente conhecida e mais culturalmente comum e, no entanto, não há ninguém. Os atores não existem. Só os personagens. As pessoas não estão lá. Como se já tivessem ido embora quando Claudio as pintou, ou como se ainda não tivessem chegado. Nesse universo, Claudio apresenta as pinturas, frutos de uma linguagem que "conversa" ou "brinca" com o observador.

O forte contraste entre as cores evidencia a harmonia e a profundidade das obras, característica que mexe com os sentimentos de quem as vê. Pinto as vestes de Ser Humano, pois a sociedade só dá valor à aparência. Só que estas camuflam sentimentos. Para ele, as máscaras são mais do que frutos da criatividade. Elas são as situações que todo mundo enfrenta. "Todos nós temos diferentes máscaras de comportamento, que surgem de acordo com a ocasião", diz.

A crítica às regras ditadas pela sociedade, que valoriza as pessoas pelo o que elas têm e não pelo que pensam ou fazem, recebe também um tratamento bem humorado e poético. "Caracterizo minhas telas como sendo de grande sensibilidade, leveza e alegria, mensagens que todos podem compreender", comenta sobre as figuras que atentam para situações corriqueiras, que resultam de sentimentos como amor, fracasso e dor.

Após passar as ideias para a tela, ele decide as cores que utilizará. "Não me preocupo em combiná-las, quero que elas vibrem apenas", explica sobre a escolha que nada tem a ver com os padrões estéticos convencionados. "Nas roupas também misturo muitas estampas", acrescenta.

Suas obras podem ser vistas em Fundações de Arte, em Sevilla - Espanha, Itália, e em galerias internacionais como Londres, EUA, Franca, Portugal, mas o sucesso maior está sendo no seu país - o Brasil! Hoje, artista já reconhecido internacionalmente, foi premiado na Bienal da Turquia, nos EUA, e em sua recente Exposição no Louvre, foi escolhido como melhor artista em pintura de 2011. As próximas exposições serão no Rio de Janeiro no Copacabana Palace, na Chic Evolution - Atlanta - USA - Paris , Londres e Dubai.

15-10-12 | MARAMGONÍ EXPÕE NO MESTIÇO

De 15 de outubro a 31 de dezembro, o Artista Plástico Maramgoní expõe no Mestiço “Visões do Tempo”  uma mostra com 16 acrílicas sobre tela que retratam paisagens urbanas do passado e da atualidade, do Brasil e do mundo. São belíssimas obras de arte que valem a pena ser conferidas de perto. A exposição de Maramgoní encerra as festividades do 15º aniversário do Mestiço que foi comemorado no mês de junho.

Convite "Dois Momentos"

Maramgoní nasceu em São Paulo, em 1972, e desde menino de mostrou interesse por desenho, já mostrando grande habilidade com formas e proporções. Começou a pintar aos 9 anos e não parou mais, como autodidata, evidenciando precocemente seu talento para a pintura. Ainda adolescente, começou a dar aula com tinta a óleo, em 1987 abre seu atelier, onde veio a ter seus próprios alunos.

Acadêmico, Maramgoní segue a linha por certo tempo, até se deparar com a necessidade de romper barreiras e buscar novas linhas. Utilizando uma preferência pessoal, começa a fazer estudos com a arquitetura, mais especificamente a greco-romana. Não demora muito, surge à questão: por que não retratar a arquitetura local?

E assim, Maramgoní dá início à sua série de obras sobre a São Paulo do século XIX, retratando o vale do Anhangabaú, Avenida Paulista, edifício Altino Arantes (Banespa), entre outros endereços e marcos famosos da cidade, em acrílica sobre tela – tendo como base fotografias antigas, livros de história etc.

Após passar por vários momentos, linguagens e estilos, encontra nas suas visões urbanas um assunto que pode desenvolver dentro de uma técnica balizada pelo conhecimento dos cânones do academicismo, como conceitos de luz e sombra e diálogo entre as cores, com a pesquisa autodidata desde o primeiro contato com a pintura.

Maramgoní oferece sua visão de arte por meio de uma obra que toma o universo citadino como ponto de partida. Cada nova imagem é um processo de consolidação de sua pintura no mundo e sua afirmação para estabelecer sua própria linguagem, lírica nos seus melhores momentos, abstrata, no sentido de colocar questões, e urbana por ter nos edifícios e na cidade o assunto que estimula a sua matriz criadora.

Seguindo um caminho natural, sua arte amadurece, e o desafio técnico e sua relação visceral com as tintas e a tela o leva a outros desafios. “Mais do que discutir a arte, o artista necessita ter um envolvimento com aquilo que faz principalmente no aspecto de buscar um aprimoramento técnico e uma linha de trabalho que o satisfaça enquanto pesquisa estética”, ressalta Maramgoní.

Maramgoní já levou sua arte para diversos estados brasileiros e também para fora do Brasil. Expôs na Casa do Brasil, em Madri, na Espanha; na Société Nationale Dês Beaux-Arts – Salon Du Carrousel du Louvre, em Paris; Roca Galeria de Artes, Marinha Grande, em Portugal; Galeria de Artes Brazil, em Lisboa - Portugal; Circolo Sardo Oggi in Brasile, em Bolonha, na Itália, entre outros. Após 20 anos de pintura e diversas exposições mundo afora, suas obras fazem parte de importantes acervos particulares e públicos no Brasil e no exterior.

O Artista também recebeu inúmeras premiações, dentre elas a Medalha de Ouro - VII Semana de Arte "Tarsila do Amaral" - Capivari SP (1991); Medalha de Ouro - III Salão de Artes Mariana - Mariana - MG (1993); Medalha de Ouro - Sociedade Brasileira de Artes Visuais - Projeto Brasil - São Paulo - SP (1994); Menção Honrosa - IV Salão de Artes Plásticas "Alfredo Mucci" – Extrema - MG (2005). Prix Spécial - SociétéNationale Dês Beaux – Arts – Salon Du Carrousel Du Louvre – Paris – (2010) – Premio Especial do Salão.

22-04-12 | GUSTAVO MARTINS EXPÕE NO MESTIÇO

De 23 de abril a 27 de maio de 2012 o Artista Plástico Gustavo Martins expõe no Mestiço “Dois Momentos”, uma mostra com 23 pinturas a óleo sobre tela, abrindo as festividades do 15º aniversário do Mestiço que será comemorado no mês de junho.

Convite "Dois Momentos"

Sempre que se vai escrever algo sobre um artista, procuramos alguma referência histórica que nos ajude a criar uma linha de pensamento sobre sua obra. Pensando na obra do Gustavo Martins, encontrei o que precisava. Claro que eu poderia citar artistas que, como ele, tiveram início na imprensa como ilustradores ou cartunistas. O Di Cavalcanti seria uma ótima referência devido a alguma semelhança na composição e desenho. Até o Juarez Machado que embora, totalmente diferente no resultado, tem suas bases nas artes gráficas. Aí me lembrei de um artista alemão, que no inicio do século 20, produziu para a imprensa norte-americana entre 1906 e 1907, uma série de histórias em quadrinhos denominada “The Kin-der-Kids and Wee Willie Winkie's World”, mas a semelhança não termina aí, o artista em questão era Lyonel Feininger, que algum tempo depois foi um dos professores da Bauhaus.

Pois é, o que tem de semelhante entre um artista alemão ligado tanto ao expressionismo como ao lugar que apresentou uma nova proposta de olhar e, o trabalho de Gustavo Martins?

Tudo! Cores, forma de compor e uma iniciação no desenho de humor. O curioso é que a maneira quase geométrica de seu desenho e a utilização de degrades nas cores, que obviamente nos levariam a alguns muralistas mexicanos, nos conduzem para um mundo tropical de salas fechadas, aonde disfarçadamente olhamos pelos buracos das fechaduras em uma tarde de verão, e acho que esse era o sonho do artista alemão quando, como o Gustavo, aplicava citações de verdes e lembranças de azuis. Mas o Gustavo Martins é mais jovem e seus interesses mais românticos, mais afáveis, ele opta por não brutalizar a tela, mas namora-la, criar uma atmosfera de cumplicidade entre o espectador e a imagem que esta em seu quarto ou sala, desfrutando um pedaço de fruta ou somente aliviando o seu calor.

O Gustavo criou uma porta e uma fechadura. Então, vamos olhar por ela.

Paulo Sayeg

03-10-11 | Edu Simões expõe na MAISON EUROPÉENNE DE LA PHOTOGRAPHIE em Paris (05-10-11)

Convite "Gastronomia para um dia de trabalho duro"

20-09-11 | ANDRÉ CRESPO EXPÕE NO MESTIÇO

De 15 de agosto a 30 de outubro o Artista Plástico André Crespo expõe no Mestiço “Ponte Aérea São Paulo – Lisboa”, uma mostra com 25 obras em acrílica sobre tela.

Passeio (AST – 2011 – 90 x 140 cm)
Passeio (AST – 2011 – 90 x 140 cm)

Alecrim (AST – 2010 – 90 x 120 cm)    Jorge (AST – 2011 – 50 x 70 cm)
Alecrim (AST – 2010 – 90 x 120 cm)                          Jorge (AST – 2011 – 50 x 70 cm)

Av. Paulista (ASM – 2010 – 90 x 90 cm)
Av. Paulista (ASM – 2010 – 90 x 90 cm)

Roxo (AST – 2010 – 90 x 110 cm)       
Roxo (AST – 2010 – 90 x 110 cm)

Rossio (AST – 2011 – 60 x 40 cm)
Rossio (AST – 2011 – 60 x 40 cm)

André Crespo nasceu em São Paulo em 1978. Ao contrário de artistas de algumas décadas atrás, ele não precisa opor-se à cultura predominante. Afinal, não há como. Ao invés disso, é dela que ele tira sua arte. André pinta ruas e avenidas. Pinta pessoas que também usam jeans e se cobrem com guarda-chuvas, quando a cidade da garoa insiste em molhar seus habitantes. Pinta Lisboa banhada pelo o sol do verão. Pinta sua realidade, sua vida. E sempre foi assim.

Crespo vive de sua arte, falando de sua época, de seu humor, de seu amor, colorindo a sua vida e a de todos que olham para seu trabalho, tão contemporâneo, tão bonito e, por que não dizer, tão cheio de asfalto.

“Uma pesquisa visual pictórica como a de André Crespo questiona os limites entre o olhar apressado sobre os centros urbanos e a reflexão acurada sobre o que significa de fato pintar o rico universo que cada cena metropolitana propicia”. (Oscar D´Ambrosio)

André Crespo

Entre 2008 e 2011 participou de diversas exposições individuais e coletivas, no Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, França, Espanha e Portugal entre outras.

Obras de sua autoria integram coleções particulares e públicas, no Brasil e no exterior.

Exposições
2011 - Coletiva - "Recém Chegados" - Galeria de Arte André - SP
2010 - Coletiva - Art en Capital - Grand Palais - Paris
2010 - Coletiva - Off Bienal 4 - Galeria Cidade Jardim - SP
2010 - Coletiva - 7ª édition du salon Art Shopping au Carrousel du Louvre - Paris
2010 - Coletiva - "Concreto e Abstrato" - Galeria Cidade Jardim - SP
2010 - Coletiva - Art Meeting in London - Gallery 118 - Londres - Inglaterra
2010 - Individual - "Cenas Urbanas" - Galeria Actual - Lisboa - Portugal
2010 - Coletiva - International Art Expo New York. Pier94, Hudson River - EUA
2009/2010 - Coletiva - II Bienal de Artes de Brasília - DF
2009 - Coletiva - Salon National Des Beaux-Arts. Museu do Louvre - Paris - França
2009 - Coletiva - CICCA - Ilhas Canarias - Espanha
2009 - Individual - Casa das Caldeiras - SP
2009 - Individual - Galeria Jazz nos Fundos - SP
2009 - Individual - Galeria 8rosas - SP
2008 - Coletiva - Galeria Art&Art - Brasilília - DF
2008 - Coletiva - Exposição e Performance em Contis - França
2008 - Individual - Improvisado - SP
2008 - Coletiva - Galeria 8Rosas - SP
2008 - Coletiva - Habatat Galleries - Virginia - EUA
2007 - Coletiva - Trash Parade - Ibirapuera - SP
2007 - Individual - Pobre Juan - SP
2007 - Coletiva - “Las Tablas” - Studio SP - SP
2007 - Individual - Galeria 8Rosas - SP
2007 - Coletiva - Habatat Galleries - Virginia - EUA
2007 - Coletiva - 16º Encontro de Artes Plásticas de Atibaia -Atibaia - SP
2006 - Coletiva - Livro dos monstros - Memorial da América Latina - SP
2006 - Coletiva - Exposição São Paulo Centro - Galeria Calligraphia - SP
2006 - Coletiva - Exposição Motoring Art - Casa Bola - SP
2006 - Coletiva - 3º Salão Oficial de Artes de Caraguatatuba - SP
2005/2006 - Individual - MUBE - SP
2005 - Individual - Central das Artes - SP
2003 - Individual - Central das Artes - SP

Serviços:

Exposição: André Crespo – “Ponte Aérea São Paulo – Lisboa”
Realização: Eduardo Esteves Arts Management
Local: Restaurante Mestiço – Rua Fernando de Albuquerque, 277 – Consolação – São Paulo – Telefone: (11) 3256-3165.
Período: 15 de agosto a 30 de outubro de 2011.
Horário: Todos os dias a partir das 11h45.
Técnica: Acrílica sobre tela.
Dimensões: De 30x30cm até 90x160cm
Preços: De R$ 2.400,00 até R$ 7.500,00
Censura: Livre
Entrada: Gratuita (não é necessário consumir no local para visitar a exposição).
Estacionamento: Pago com manobrista

10-06-10 | Fernando Ekman Ganha Medalha de Ouro no Salão de Artes de Rio Claro 16-05-10

Medalha de Ouro Salão de Rio Claro

20-05-10 | Fernando Ekman participa da 5ª Bienal do Esquisito de Atibaia (15-05-10)

5ª Bienaldo Esquisito

20-04-10 | Perfil Fernando Ekman na Revista Brasil Travel News (01-10-09)

F.Ekamn - Brasil Travel News

20-04-10 | Fernando Ekman participa da Exposição Madeira Malta Artes Plásticas Lusófonas (11-12-2008)

F.Ekman - Expo Lusófonas

09-05-2010 | Osmar Beneson - "Casas com Pernas"

O Artista Plástico Osmar Beneson abre a sua nova exposião "Casas com Pernas" no Espaço Cultural Mestiço.

De 09-05-10 à 04-07-10

02-02-2010 | Eduardo Petry "Prata"

Eduardo Petry abre sua nova exposição "Prata" no Espaço Cultural Mestiço.

De 02-02-10 à 09-05-10

Confira!

02-01-2010 | Dicas para colecionadores privados

• Invista tempo se instruindo sobre artes e artistas específicos em vez de seguir as últimas tendências da arte ou estilos do momento. Popularidade não assegura que um artista vai subir de valor ao longo dos anos.
• Educar-se, sobre novos e promissores artistas, pode ajudá-lo a comprar um trabalho maravilhoso por preços muito atrativos, antes que as obras desse artista se tornem artificialmente inflacionadas. Embora a compra de peças caras por artistas já estabelecidos seja um método para colecionar, certamente não é o único e não necessariamente, o mais rentável no longo prazo.
• Compre o que você ama. A obra de arte que você compra estará, presumivelmente, em sua casa por um longo tempo. Certifique-se que você realmente ama a obra de arte que vai comprar, que ela vai melhorar a sua decoração e adicionar à sua qualidade de vida durante os anos que virão.
• Não há método "correto" para colecionar arte. Cada colecionador tem seu próprio método de compra de arte, e pode variar de: compra de lotes de arte ao mesmo tempo, a compra de uma peça especial uma vez a cada ano ou dois, encomendando de um artista favorito a criação de um trabalho com significado pessoal, etc. Encontre o método de coleção que melhor lhe convier e fique com ele, ao menos por um período de tempo.
• Faça perguntas. Um negociante de arte ou galeria respeitável não deve hesitar em responder qualquer pergunta que você possa ter quando considerando a compra de uma obra de arte. Procedência, estado, informações sobre o artista, e história são aspectos da obra que são muito importantes para o seu valor e sua apreciação.

02-01-2010 | Dicas para colecionadores corporativos

• Reúna-se com um consultor profissional de arte corporativa ou galeria, antes de fazer qualquer compra cara. Um profissional experiente irá guiá-lo na direção certa em termos de quantas peças comprar, que estilos incluir, onde instalar obras de arte, e tantas outras decisões cruciais.
• Identificar um estilo de arte que expresse a imagem global ou proposta da sua empresa e ao mesmo tempo complemente a estética dos ambientes existentes.
Por exemplo: Se sua empresa é uma empresa com visão de futuro muito “tech” alojada em um loft com instalações cromadas e dutos expostos, arte contemporânea, abstrata pode ser a melhor opção para você. Na área da recepção de um escritório de advocacia conceituado, decorado com madeiras escuras e iluminação conservadora, paisagens, retratos ou ainda obras figurativas podem ser mais adequadas ao espaço.
• Apóie a comunidade local. Muitas empresas constroem sua coleção em torno de um grupo de artistas locais. Isso mostra aos clientes, funcionários e à cidade a sua lealdade e apreço para com a comunidade e, geralmente, leva a algumas excelentes oportunidades para a publicidade local e nacional e de imprensa.
• Mantenha seus clientes em mente. A obra que uma empresa apresenta envia uma mensagem direta a um visitante ou cliente, muitas vezes deixando uma impressão indelével. Enquanto você pode gostar de uma determinada peça, se a obra de arte que você escolher para exibição é ofensiva ou confrontante, você corre o risco de assustar e afastar o cliente.
• Mantenha o controle dos detalhes. Certifique-se de ter um colaborador designado ou consultor de arte catalogando as obras de arte adquiridas para a sua coleção e atualizando os registros, conforme necessário. Manter registro cuidadoso dos detalhes dos trabalhos artísticos pode evitar problemas futuros relativos a danos, perdas e valor das obras

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